quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Fatores que causam mau hálito

O mau hálito e suas relações com as doenças bucais e sistêmicas

Cerca de 75% dos casos de halitose (mau hálito) têm sua origem em um problema bucal.
"Outras causas do mau hálito são os distúrbios gástricos, infecções nos maxilares/paranasais e doença gengival grave", afirma o Dr. Mark Wolff, diretor de Odontologia Operativa da Universidade do Estado de Nova Yorque. O sucesso do tratamento depende da determinação de sua causa. Tão logo o dentista determine a causa, o tratamento pode começar.

O sucesso do tratamento depende da determinação de sua causa. Tão logo o dentista determine a causa, o tratamento pode começar.
O mau hálito pode ser causado por:


Fatores externos?
Alimentos, como cebola e alho, e bebidas, como café e álcool, e o fumo;

Má higiene bucal?
Quando a placa bacteriana e resíduos alimentares não são completamente removidos;

Enfermidade bucal?
Gengivite e doença periodontal;


Próteses totais?
Formação da placa e acúmulo de resíduos nas próteses, que precisam ser limpas diariamente;

Amígdalas?
As fendas (criptas) mais largas das amígdalas podem permitir que os resíduos se acumulem na área;
Infecções do aparelho respiratório? Garganta, seios [paranasais] e pulmões;


Boca seca (xerostomia)?
Que pode ser causada por problemas nas glândulas salivares, medicamentos, respiração pela boca, radioterapia e quimioterapia;

Doenças sistêmicas?
Diabetes, doenças renais/hepáticas, pulmonares e dos seios [maxilares/paranasais], distúrbios gastrintestinais;

Qual a relação entre doença bucal e doença sistêmica?
Pesquisas recentes sugerem que há uma relação entre doenças bucais e doenças sistêmicas (diabetes, doenças cardiovasculares, derrame cerebral, infecções respiratórias, mal de Alzheimer) e outras enfermidades. Quando o tecido gengival se inflama dando origem à gengivite, mediadores inflamatórios chamados citocinas, presentes no tecido gengival, podem passar para a saliva e serem aspirados para dentro dos pulmões. As bactérias responsáveis pela periodontite também podem penetrar no sistema circulatório e deslocar-se até outras partes do corpo. As bactérias bucais podem causar infecções secundárias ou a inflamação de outros tecidos ou sistemas orgânicos do corpo.

Quem você deve consultar, se tiver mau hálito?
Se achar que a causa de seu mau hálito é a dieta alimentar, consulte um nutricionista. Ele poderá ajudá-lo a modificar sua dieta. Se o problema for má higiene bucal e você tiver gengivite, (inflamação da gengiva) ou periodontite (perda do osso que sustenta os dentes), consulte seu dentista e peça instruções sobre como melhorar a higiene bucal. Se o problema for infecção das amígdalas ou uma infecção respiratória, siga as recomendações de seu clínico geral ou de um especialista em ouvido, nariz e garganta (otorrinolaringologista) ou doenças do pulmão e trato respiratório (pneumologista).

Nos Estados Unidos, a maioria das pessoas têm a sensação de boca seca devido a medicamentos, disfunção das glândulas salivares ou ao fato de estarem passando por tratamento de câncer com rádio ou quimioterapia. Por favor, consulte seu médico, cirurgião maxilofacial ou oncologista e siga as orientações que lhe derem sobre os produtos que podem aliviar os sintomas da boca seca. As pessoas que têm diabetes, problemas renais, hepáticos ou distúrbios gastrintestinais devem consultar um clínico geral, um urologista ou gastroenterologista para saber como reduzir o mau hálito. Entre em contato com seu dentista e peça informações sobre a especialidade médica indicada para resolver seu problema de mau hálito.

Você sabe dos perigos do câncer bucal?
Fumo e bebida alcóolica é um dos principais fatores de risco da doença.

O que é câncer na boca?
É um tipo de câncer que geralmente ocorre nos lábios (mais frequentemente no lábio inferior), dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amígdalas ou nas glândulas salivares. É mais frequente em homens do que em mulheres e atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos de idade. O fumo, combinado com o excesso de bebida alcóolica, é um dos principais fatores de risco. Se não for detectado de maneira precoce, o câncer bucal pode exigir tratamentos que vão da cirurgia (para a sua remoção) à radioterapia ou quimioterapia. Este câncer pode ser fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 50%*. Uma das razões pelas quais este prognóstico é tão negativo é o fato de que os primeiros sintomas não serem reconhecidos logo. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

Câncer de boca - Foto: Getty Images

Quais os sintomas deste tipo de câncer?
Nem sempre é possível visualizar os primeiros sinais que indicam a existência do câncer bucal, o que aumenta a importância das consultas regulares com o dentista ou o médico. Seu dentista foi preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal. Contudo, além das consultas regulares, é preciso que você fale com seu dentista se perceber qualquer dos sinais abaixo:
- Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca;
- Um caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua;
- Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
- Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;

- Dificuldade para mastigar ou para engolir;
- Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;
- Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura.
- Mudança na voz.

Como evitar o câncer bucal?
Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.

Fumo: a ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida. O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes. Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado.

Mascar tabaco: o hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal. O melhor a se fazer é não fumar nem usar quaisquer outros produtos derivados do tabaco. Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.
Tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal
Como se trata o câncer bucal?
Depois do diagnóstico, uma equipe de especialistas (que inclui um cirurgião dentista) desenvolve um plano de tratamento especial para cada paciente. Quase sempre a cirurgia é indispensável, seguida de um tratamento de radio ou quimioterapia. É essencial entrar em contato com um profissional que esteja familiarizado com as mudanças produzidas na boca por essas terapias.

Que efeitos colaterais a radioterapia produz na boca?
Quando a radioterapia é usada na área de cabeça e pescoço, muitas pessoas experimentam irritação ou ressecamento da boca, dificuldade de deglutir e perda do paladar. A radiação também aumenta o risco de cáries e, por isso, é muito mais importante cuidar bem da boca e da garganta neste período. Converse com seu dentista e seu médico oncologista sobre os problemas bucais que você possa ter durante ou depois do tratamento. Antes de começar a radioterapia, não se esqueça de discutir com seu dentista os possíveis efeitos colaterais e a forma de evitá-los.

Como manter a saúde bucal durante a terapia?
Use uma escova macia depois das refeições e fio dental diariamente. Evite condimentos e alimentos ásperos como vegetais crus, nozes e biscoitos secos. Evite o fumo e o álcool. Para não ficar com a boca seca os doces e chicletes não devem conter açúcar. Antes de começar a radioterapia, consulte seu dentista e faça uma revisão completa dos seus dentes e peça ao dentista para conversar com seu oncologista.

Secura bucal significa que a sua saúde está em risco
Esse simples detalhe pode representar um grande perigo
Atualmente, vez ou outra, com o esgotamento diário causado por momentos de ansiedade e estresse, as pessoas ficam suscetíveis à secura bucal (xerostomia). Entretanto, se o sintoma não for esporádico, a ausência da saliva, que auxilia na imunidade do organismo, poderá causar problemas bucais preocupantes, como a deteriorização do esmalte dental pelos ácidos bacterianos, cáries, doenças gengivais, candidíase (doença provoca por fungos) e infecções nas glândulas salivares.

A saliva, composta por 98% de água e 2% de enzimas, carbonatos e proteínas, neutraliza, através do carbonato, a ação dos ácidos bucais que danificam o esmalte do dente. Além disso, protege removendo os resíduos alimentares da boca e facilita a mastigação e deglutição do bolo alimentar. É uma defesa bucal contra o desenvolvimento de placa bacteriana. A falta dela irá baixar a imunidade.

A boca seca (xerostomia) pode ser ocasionada por diversos fatores. Alguns medicamentos como descongestionantes, analgésicos, diuréticos, remédios para pressão alta e depressão podem alterar a produção de saliva. A menopausa também pode afetar as glândulas salivares devido as mudanças nos níveis de hormônio. Outras possibilidades são os tratamentos de radioterapia e quimioterapia e doenças como diabetes, mal de Parkinson, AIDS e doença de Hodgkins.

A pessoa irá identificar a xerostomia quando tiver a sensação de secura e pegajosidade na boca, mau hálito frequente, gosto metálico no paladar e dificuldade para mastigar. Os lábios rachados e a sensação de secura na garganta também são sinais para se perceber o problema.

A maneira ideal de se tratar boca seca é buscar a causa que está inibindo a produção de saliva e buscar alternativas. Por exemplo, se o problema é resultado da medicação, a solução é pedir ao médico uma nova prescrição. Entretanto, se a causa da xerostomia não puder ser substituída o correto é buscar métodos especiais de umedecer a boca, hidratantes bucais, enxágues especiais, salivas artificiais e outros procedimentos indicados pelo dentista que está acompanhando o caso.

Confira algumas dicas para se evitar secura bucal:
- Procure beber água com frequência;
- Evite bebidas alcoólicas, café, chá e refrigerantes.
- Não fume.
- Procure não consumir alimentos condimentados.

Fonte: colgate

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Novo estatuto do PT



Olá amigos,

O Partido dos Trabalhadores promoveu, recentemente, a reforma do seu estatuto. As mudanças foram aprovadas durante o 4º Congresso Nacional do PT, que aconteceu em Brasília no primeiro final de semana de setembro.

Essas alterações foram construídas junto com os filiados e, por isso, é importante que todos tenham conhecimento dessas mudanças.


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Amizade: selecione com critério

A primeira regra é ter habilidade para separar as relações pessoais e afetivas das relações profissionais e políticas. A segunda é aprender a ser seletivo na hora de escolher quem estará ao seu lado. E finalmente, saber colocar os amigos certos nos lugares certos
Poucas palavras possuem um uso mais universal e inconsequente do que amigo. Empregamos o termo para designar as mais variadas relações pessoais.
Chamamos de amigo aquele que já nos forneceu prova de sacrifício pessoal por estima, como nomeamos da mesma forma quem acabamos de conhecer numa festa. É certo que, interiormente, sabemos que alguns são verdadeiros amigos - com os quais podemos contar nas mais difíceis situações. E outros são apenas conhecidos - com quem apenas descobrimos possuir algumas afinidades.
Excluídos os casos, os dos verdadeiros amigos versus os conhecidos recentes e eventuais - forma-se um espaço intermediário no qual nosso julgamento vai ficando crescentemente obscurecida. Como avaliar quem é mais amigo quando se compara uma relação atual, porém muito intensa e com elevado grau de afinidade, com outra antiga e confiável, mas com muito menos identidade e já um tanto vincada pelo tempo?
Chamamos de amigos tanto aqueles que já nos provaram sua estima, como quem acabamos de conhecer numa festa.

A questão da amizade está bem presente no nosso cotidiano, produzindo ora surpresas agradáveis e gratificantes, ora desilusões e decepções. Esse círculo social, entretanto, é sempre restrito ao plano individual. Diferente é a situação de um político, sobretudo daquele investido de poder: as conseqüências de um equívoco grave na definição de quem é amigo - e do quanto é - são enormes. Não apenas atingem um diâmetro social muito mais amplo, como podem acarretar efeitos danosos para a imagem e a carreira do político.

Um líder não pode entregar ao acaso a decisão sobre suas amizades. Jamais esqueça: você é julgado pelos amigos que mantém e com os quais convive. Quanto mais elevado for o cargo que você ocupa, mais seletivo deverá ser na escolha das pessoas que considera amigas.

O político é julgado pelos amigos que mantém e com os quais convive

O poder é um afrodisíaco, como se costuma dizer, um imã que magnetiza quem está em torno daquele que o detém. Ele atrai tudo que há de melhor nas pessoas, assim como o que há de pior nelas. E quem tem o poder terá de lidar com ambas. Por isso, quando for entregar sua amizade, faça com que sua decisão seja guiada pela escolha e não pelo acaso. Amigos devem ser examinados com objetividade e realismo, testados nos infortúnios e certificados não apenas pela afetividade, mas também pela lucidez, discrição e sobriedade.

Amigos sábios e prudentes afastam os problemas. Amigos inconseqüentes e irresponsáveis os atraem. A lucidez de um amigo e sua solidariedade irrestrita em momentos de dificuldade são qualidades que só podem ser devidamente avaliadas por quem já necessitou desse apoio e o encontrou.
Não basta, entretanto, selecionar bem seus amigos. É igualmente importante saber como lidar com eles. Alguns convém ter por perto, em contato continuado. Outros, porém, é melhor que estejam afastados, recorrendo-se a eles nos momentos devidos. Não esqueça que a distância contribui para amenizar defeitos que seriam dificilmente suportáveis no convívio diário. O fato de estarem afastados não significa menos amizade e sim menos afinidade. Distantes esses amigos serão mantidos e serão úteis. Próximos, possivelmente tornariam muito difícil manter a amizade. Lembre-se de que saber como conservar uma amizade é muito mais importante do que fazer uma amizade. Prefira, portanto, aquelas que duram.
No trabalho, os amigos sábios e prudentes afastam problemas e trazem soluções.

Já a questão de trabalhar com um amigo, nomeá-lo para uma função subordinada a você, é muito mais complexa. Não basta ser amigo para garantir uma boa relação de trabalho. Muito ao contrário. O amigo que vier a ocupar essa função precisa entender e aceitar que sua amizade com o chefe vai trazer-lhe mais problemas que vantagens. Para começar, o "ônus da prova" da sua competência será mais rigoroso que nos demais casos; na hora do sacrifício, caberá a ele dar o exemplo; jamais poderá usar sua relação de amizade como um facilitador do seu trabalho; deverá trabalhar mais que os outros; sua honestidade e correção precisam ser exemplares - para citar apenas algumas exigências que deverá atender.

A vida sem amigos é um deserto. A vida do político com amigos que lhe criem problemas é um inferno. Como regra geral, é preferível separar a esfera das relações pessoais afetivas das relações profissionais e políticas. Nem sempre é possível, nem sempre é desejável. Nestes casos, assegure-se de que escolheu os amigos certos nas funções certas para trabalhar com você: aqueles que estão conscientes dos problemas que vão enfrentar e das atitudes que devem ter. Mesmo adotando toda a cautela recomendada, nunca baixe sua guarda. Esteja sempre atento aos menores sinais de problemas emocionais como inveja, frustração e ingratidão.

Nada na política tem o selo da perenidade - e o mais próximo dos amigos pode vir a tornar-se o pior dos inimigos.


Fonte: blog pé de serra

Orientações metodológicas sobre o treinamento de velocidade

Para a otimização do treinamento de velocidade é necessário observar algumas orientações metodológicas descritas a seguir. Os estudos são baseados em pesquisas de fisiologistas renomados de diversas partes do mundo.
1 – Deve-se iniciar o treinamento de velocidade o mais cedo possível, porque o sistema nervoso central e a estrutura das fibras musculares podem ser influenciados de modo adequado quando se é mais novo.
2 – Elementos de velocidade e de força rápida devem fazer parte de todas as unidades de treinamento.
3 – Por conta do risco de contusões, é necessário realizar um breve aquecimento intensivo e completo antes dos exercícios. Em jogadores mais velhos, o processo de aquecimento precisa ser maior do que para os mais jovens.
4 – Realizar o treinamento de velocidade sempre em estado de completa ausência de fadiga e no início da unidade de treinamento.
5 – O treinamento de velocidade no futebol só é efetivo quando realizado no limite máximo. Portanto, é importante dar ênfase à intensidade e não ao volume de exercício.
6 – O início do surgimento da fadiga é o sinal para o encerramento do treino de velocidade.
7 – No treinamento de velocidade e de força rápida é importante observar a correta relação entre sobrecarga e recuperação. Após sobrecargas curtas (de 3 a 5 segundos) a fase de recuperação ativa deve durar cerca de 1,5 minutos.
8 – Em equipes com duas unidades de treinamento diárias, não se deve realizar o treinamento de velocidade na parte da tarde caso o trabalho matinal tenha sido realizado de forma intensa.
9 – Não se deve realizar trabalhos de velocidade na véspera de jogos. Mas, para tornar o jogador mais veloz, pode-se utilizar pequenas doses de aceleração no dia da partida.
10 – No treinamento de velocidade devemos observar se as exigências e cargas correspondem à capacidade do jogador.

fonte: edephortes


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Planilha de treinamento de 5 km para iniciantes em corridas



Dias
segunda-feira
quarta-feira
sexta-feira
Observação
 semana
Andar rápido até 1 km
Correr 100m
 e Andar rápido 200m
5 vezes

Andar rápido  1 km

Correr 200m

 e Andar rápido 400m
3 vezes
Andar rápido até 1 km
Corre 200m
e Anda rápido 200m
4 vezes
Metros corridos
na semana:
1.900m
 semana
Andar rápido até 1 km
Correr 300m
e Andar rápido 400m
4 vezes
Andar rápido até 700m
Correr 400m
 e Andar rápido 400m
4 vezes
Andar rápido até 700m
Corre 500m
 e Anda rápido 300m
4 vezes
Metros corridos
na semana:
4.800m
 semana
Andar rápido até 700m
 Correr 500m
 e Andar rápido 200m
4 vezes
Andar rápido até 350m
Correr 600m
 e Andar rápido 300 m
4 vezes
Andar rápido até 350m
Correr 700m
 e Andar rápido 300m
4 vezes
Metros corridos
na semana:
7.200m
 semana
Andar rápido até 700m
Correr 700m
e Andar rápido 300m
4 vezes
Andar rápido até 1 km
Correr 800m
 e Andar rápido 400m
3 vezes
Andar rápido até 1km
Corre 800m
 e Anda rápido 300m
3 vezes
Metros corridos
na semana:
7.600m
 semana
Andar rápido até 1 km
Correr 800m
 e Andar rápido 200m
3 vezes
Andar rápido até 800m
Corre 1000m
 e Anda rápido 400m
3 vezes
Andar rápido até 800m
Corre 1000m
 e Anda rápido 300m
3 vezes
Metros corridos
na semana:
8.400m
 semana
Andar rápido até 800m
Correr 1000m
 e Andar rápido 200m
3 vezes
Andar rápido até 1 km
Correr 1200m
 e Andar rápido 400m
2 vezes
Andar rápido até 800m
Corre 1500m
 e Anda rápido 400m
2 vezes
Metros corridos
na semana:
8.400m
semana
Andar rápido até 800m
Correr 1500m
 e Andar rápido 300m
2 vezes
Andar rápido até 1 km
Corre 1800m
 e Anda rápido 1000m
2 vezes
Andar rápido até 1km
Corre 2300m
 e Anda rápido 1000
1 vez
Metros corridos
na semana:
8.900m
 semana
Andar rápido até 1 km
Correr 2300m
 e Andar rápido 1000m
2 vezes
Andar rápido até 1km
Corre 2500m
 e Anda rápido 1000m
1 vezes
Andar rápido até 1km
Corre 3000m
 e Anda rápido 500m
1 vez
Metros corridos
na semana:
10.100m
 semana
Andar rápido até 1 km
Correr 3000m
 e Andar rápido 500m
2 vezes
Andar rápido até 1km
Correr 3600m
 e Andar rápido 500m
1 vezes
Andar rápido até 1km
Corre 4000m
 e Anda rápido 400m
1 vez
Metros corridos
na semana:
13.600m
10ª
semana
Andar rápido até 1 km
Correr 4000m
 e Andar rápido 200m
2 vezes
Andar rápido até 1km
Correr 4.500 m
1 vez
Correr 5 km!
Metros corridos na semana:
17.500m