segunda-feira, 1 de abril de 2013

PARTE 2: A história de um zagueiro camisa 3 chamado Josman Neri

Em 1990, estava sendo realizado uma graduação pela Universidade Federal do Acre, aqui em Tarauacá. Os amigos Pelé, Pinheiro, Élito e Gonzaga cursavam a graduação de pedagogia e decidiram formar uma equipe da UFAC para participar do campeonato de futsal daquele ano, na época realizado na quadra do Astral, antiga quadra da escola João Ribeiro.

A equipe foi criada, aos pouco outros atletas se integravam e a equipe se configurando, um pouco diferente é claro, formamos um time diverso. Meados de 1990 o Ginásio de esportes Ruynet Lima de Matos foi inaugurado e todos os campeonatos foram transferidos para o novo espaço esportivo.

A equipe da Ufac durou cerca de 5 anos. Todos os anos havia uma renovação de atletas que se juntavam ao grupo formado. Uma equipe feita de amigos que a cada ano se consolidava, ficava mais forte.

Abaixo você vai ver um pouco da história através das fotos, de participação dessa equipe e de outras, das quais participei, em campeonatos de futsal em Tarauacá.

 No banco: goleiro(?), Pelé, Pinheiro, Alípio (roupeiro), Luiz Testa, Agapito, Marcão, Orlando (ténico)
No chão: Éliton, Gonzaga, Guto, goleiro Zé Raimundo, Josman Neri
  
Josman Neri e Pinheiro


Josman Neri

Em pé: Luiz Testa, Chaga Milton (auxiliar técnico), Josman Neri, Marcão, Pinheiro, Éliton, Orlando (tecnico), Guto
Agachados: Cangati, goleiro Zé Raimundo, Agapito, Francimar, Gonzaga, Pelé e Alípio


Marcão, recebendo troféu de Campeão

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Em 2001, uma nova equipe da Ufac foi formada, isso porque 4 novos cursos de graduação foram implantado em Tarauacá, inclusive de Educação Física. Uma equipe que já vinha com uma tradição em participação nos campeonatos e torneios de futsal, tinha credibilidade e atletas para formar um novo time, e, foi o que aconteceu. Nos tornamos campeão do campeonato de 2001.

Em pé: Nelsomar, Neto Gaudencio, Josman Neri, goleiro Emerson, Jorge Aragão
Agachados: Geam, Zequinha, Bim, Isac e ...

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Os anos se passaram, a UFAC concluiu seus cursos, novas equipes surgiram, mas a amizade e equipe continuava a mesma. Então, decidimos ampliar o elenco e lançar a Casa do Óleo no campeonato dos anos seguintes. Uma equipe que em todos os anos estava entre os três primeiros colocados. Uma equipe entrosada e chato de jogar contra. Zé Raimundo, nosso goleiro, era o destaque.  Através da fotos abaixo você conhecerá um pouco da história na equipe do Casa do Óleo.

Em pé: Everton Mourão, Manoel Mourão, Josman Neri, Adir, Lucino (empresário Casa do Óleo), João José, goleiro Zé Raimundo
Agachado: Célio Acioly, filho do Lucino, Assis, Pelé, Pinheiro

No banco: Pinheiro, Célio Acioly, Josman Neri, Ailson Zumba, empresário Lucino, Adir
No chão: João José, Assis, Pelé, goleiro Laertes (nesse jogo poupamos o Zé Raimundo) 

Em pé: Tec. Zequinha, goleiro Railson, Adir, Luiz "testa", Josman, Zé Raimundo
Agachados: Célio Acioly, Assis, Pelé, Erick, Bim, filho do Lucino

Em pé: Bubu, Elvanis, Abreu, Assis, Josman
Agachados: goleiro Lemuel, André, Erick, Salvio Junior, goleiro Merson, Viduka

Após uma vitória, Joelma (esposa) e Josman Neri

Pinheiro, Célio Acioly e Josman Neri

Harteamento da bandeira torneio início

Carlos Tadeu e Josman Neri

Josman Neri e Tadeu Moreira, Presidente da Liga de Futsal

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Nas fotos a seguir, também de futsal, são fotos em participação nas equipes da Moto Peças Herbet, Posto Ri e Avelino Leal na 7ª Copa Interbairro. 

Equipe da Moto Peças

 Em pé: Edinardo, Zé anão, Velho Lima, Pipi, Daniel Lima, Josman Neri Pé de Chumbo, Tec. Ludgério
Agachados: Assis, Samir, Celino, goleiro Pedro Soares, ..?


Edmilson Jansen, Josman e Baby, jornalista esportivo

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Equipe Posto Ri - 2007


Josman Neri
  
Em pé: João Paulo, Josman, Davi, Célio Acioly, Adir Carlos, Tec. Elino
Agachados: Assis, Pipi, Zé Anão, Jasone, Sairo



Josman Neri 


Caetano e Célio 


Caetano, meu filho com 3 anos

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Equipe Avelino Leal - 7ª Copa Interbairro - 2007


Em pé: Josman, Nelsomar, goleiro Tilica, Adailton, Toinho, Careca, Jesus, Tec. Eltinho
Agachados: Assis, Pipi, Alan, Edi, goleiro João Paulo, Tico


Josman e Alan

  
Aguardando entre da premiação de campeão

Premiação entregue 




Luiz Caetano (filho) e Josman Neri


PARTE 1 - A história de um zagueiro camisa 3 chamado Josman Neri




 Josman Neri - hoje


Meu propósito não é expor minha vida, mas fazer algumas menções sobre a caminhada de um zagueiro que serviu o futebol de Tarauacá e que fez história no futebol do Acre. A ideia é disponibilizar na internet para pesquisa e divulgação. Tenho dito que a vida passa, a história fica.

A origem
Nascido no seringal Itamaraty, Rio Muru, Tarauacá, no Acre, 40 anos, filho de José Neri e Joana Paiva, casado há 20 anos com Joelma Catão. Dois filhos, Maria de Lourdes Catão Neri e Luiz Caetano Catão Neri. Graduado em Educação Física pela UFAC, Pós-Graduado em Gestão Pública, Professor de Educação Física, compôs as seleções de futsal, futebol e vôlei de Tarauacá, posteriormente, fundou em 2003 a Liga de Futsal do município.

Nos seringais não existiam Escolas de ensino regular, razão pela qual, meus pais, resolveram, em 1976, vender suas terras e se transferir para a cidade. O objetivo era nos colocar numa escola e iniciar uma nova vida, um futuro melhor.

Ao chegarmos na cidade, moramos no bairro Senador Pompeu, praia, com 7 anos fui matriculado na Escola Omar Sabino de Paula, iniciava ali um novo tempo de aprendizado sistematizado, ao tempo que aprendia, também fazia novas amizades com crianças e adolescentes da cidade.


Josman e Jamisson Neri - seringal Itamarty
 1976

Primeiro boletim - Profa. dona Maria (mãe da Elizan)



O futebol na infância
Incentivado pelo meu pai (que amarrava uma bola numa corda na sala de casa para que eu ao chutar ela voltasse) desde cedo sempre gostei de esporte, principalmente, o futebol. Até a metade da segunda década de vida, jogava muito no quintal de casa com meu irmão Jâmisson Neri, com a rapaziada do bairro, na rua mesmo com trave de tijolos, nas praias, nos campos e na quadra da fogás, hoje, posto Maria da Luz.

Entre muitos amigos da época, destaco: Nena Gomes, Juvenal Correia, Tabele, Nonatin Mandico, Natalino, Cairara, Velho Lima, Pedro e Zequinha Ferreira, Laildo e Nilson Amorim, Chiquin "Buchudo", Buriti, Zé Puruca, Jâmisson Neri, Altemar Neri, e, além é claro, o mestre Ludgério Bonfim, treinador da nossa equipe Juvenil da Praia, que aos sábados no “Peladão”, jogava contra o Botafogo do Albanir Morais, Adir e Neto Moura. Quem lê, lembra, e sabe a que me refiro. Foi um tempo divertido, alegre e de aprendizado.

Na adolescência, morando no mesmo bairro, as amizades foram ampliando, portas estavam se abrindo, iniciava novas possibilidades de mudança.

Participação nos clubes
Aos 14 anos de idade iniciei a participação nos campeonatos de futebol de Tarauacá, naquela época era realizado no “PELADÃO”, hoje Cohab. As equipes pelas quais defendi foram: LONDRINA (1986/1987) do Ludgério Bonfim, clube fundado pelo meu Pai; CURITIBA(1988/1989), do Neto Viana, Deusmar Rego e Zeca, fui  convidado por Célio Acioly, Zé anão e Neto Viana; VASCO DA GAMA(1989/1990), do Junior Menezes, convidado pelos amigos Adir, Pinheiro e Pelezinho; CRUZEIRO(1991), convidado por Marlino Vitorino, nesse ano participei apenas do torneio início; RIO BRANCO FC (1992), do Chicão; LONDRINA (1993) convidado pelo Marcão; VERONA (1994) do Domício e do Edmilson Jansen, AC JUVENTUS (1991/1995/1996), do Roberto Chaar e Farney Lima, convidado pelo Prof. Gualter Craveiro, aí vem novamente VERONA, CRUZEIRO, VERONA, AC JUVENTUS(1991/1995/1996), VERONA, CURZEIRO (2000/2001/2002), VERONA, CRUZEIRO, VERONA (2007), CRUZEIRO (2008) e PRAIA (2009). Em função da reforma do estádio de futebol, desde 2010 que o campeonato não é realizado.

A partir de 1989, com 17 anos, fui revelação no campeonato e posteriormente convocado para Intermunicipal de seleções, na época fazer parte da seleção era o sonho de todos os garotos.

O tempo passava, fui crescendo, aprendendo e sendo valorizado no que mais sabia fazer, jogar futebol. Em 1991, fui convidado para jogar no Juventus, uma equipe profissional de Rio Branco, pelo Juventus participei do campeonato estadual de futebol e da Copa do Brasil. Naquela época, jogar em Rio Branco e por uma grande equipe era o desejo e um desafio. Era técnico, o Professor Júlio D’Anzecout (já falecido), auxiliar, Professor Gualter Craveiro, aos quais tenho respeito e admiração.

Títulos em Campeonatos
- Campeão Municipal de Tarauacá de Futsal e Futebol por várias equipes da cidade;
- Campeão Acreano de Futebol Júnior (Rio Branco – 1992);
- Campeão Acreano de Futebol Profissional (Rio Branco – 1992);
- Bi-Campeão Acreano de Futebol Profissional (Juventus - 1995 e 1996);
- Campeão Municipal de Futebol de Feijó (Flamengo - 2009);

O teste no Santos
Em 1991, fui considerado o melhor zagueiro do campeonato acreano, o destaque. Logo em seguida, o técnico do Rio Branco de outro Estado, Toninho Silva, me convidou pra passar dois meses no Santos Futebol Clube, fazendo teste, aceitei de imediato. Sair do Acre, um Estado pequeno, pouco conhecido naquela época, e jogar no Santos, não era fácil, as dificuldades eram grandes. Na Vila Belmiro existia atletas de todos os Estados brasileiro. O Acre era muito discriminado, diferente do que é hoje.

Conclusão
Diante de tantas coisas acontecendo muitas vezes me emocionava. Não pelo fato de ter sido avaliado pela crítica esportiva como o melhor zagueiro ou ter feito um teste no Santos, mas pelo contexto histórico de vida.

Nessas circunstâncias, vivendo um bom momento, era um pouco do que esperava pela frente, estava vivendo situações de alegria, felicidade pelas conquista vindas tão rápido.

Por fim, falar de sua própria vida, muitas vezes torna-se complexo e nos remete a uma ideia de invasão de privacidade. Gostaria muito de partilhar e tornar público parte da minha trajetória como atleta, para que gerações futuras possam conhecer a história de um certo zagueiro camisa 3, de Tarauacá, chamado Josman Neri.


Em pé: Pedro, Josman Neri, Adir, Esperidião Junior (prefeito na época), Mamá, goleiro Ney (Feijó)
Agachados: Pinheiro, Zé Anão, Célio Acioly, Pelezinho, Maurício, Careca
Vasco da Gama - 1990

Vasco da Gama - 1990

Em pé: Jinjin, Goleiro Diouro, Josman Neri, Alvino, Luiz Carlos, Esperidião Junior
Agachados: Careca, Pelezinho, Pinheiro, Célio Acioly, Paulo (roupeiro)
Vasco da Gama - 1990

Em pé: Sávio Catão, Técnico Raimundinho, Josman Neri, Neto Viana, Zé Geraldo, Bubú, Lindomar Araújo, Goleiro Laertes, Presidente Marlino, Bandeira Altenizio
Agachados: Cristovão, Pinheiro, Célio Acioly, Lindomar Pires, Vanderley
Cruzeiro - 1991

Stilus Clube - apresentação das madrinhas
abril de 1993

Preparação entrada em campo "Naborzão" - 1993

Entrada em campo - da esquerda - Fabíola, Neto Viana, Biro-biro, Josman e Adércio
Torneio início de 1993

Da esquerda - Éliton, Neto Viana, Josman, Biro-biro, Sairo e Gonzaga
1993

Hino: Fabíola, Éliton, Gonzaga, Célio Acioly, Goleiro Ieide, Neto Viana, Pelé, Orleans, Josman e Sairo
(1993)

Hasteamento da bandeira - Sairo e Josman
Estádio Naborzão 1993

Josman Neri - aquecimento

Josman Neri - 1993

Em pé: Goleiirão Zé Raimundo, Manel "Cumarú", Luiz Carlos Figueiredo, Ieide, biro-biro, Éliton, Orleans, Josman e Sairo - Agachados: Alípio(roupeiro), Assis, Gonzaga, Adercio, Junior Simão, Pinheiro, Pelé e Célio Acioly
1993

Estádio Naborzão - 1993

Recebendo Troféu - 1993

Entrevista após título

com troféu do título

Comemoração do título

Comemoração com Presidente Ludgério e Marcão, de óculos
1993

 Estou aqui no canto deitado - comemoração - 1993



Em breve PARTE 2

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A história de um zagueiro camisa 3 chamado Josman Neri

Tirada de bola da área: Lateral 2, Francisley; Goleiro Klowsbey e Eu no cabeceio


Meu propósito não é expor toda minha vida, mas fazer algumas menções sobre a caminhada de um zagueiro que serviu o futebol de Tarauacá e que fez história no futebol do Acre. A ideia é disponibilizar na internet para pesquisa e divulgação. 

A origem
Nascido no seringal Itamaraty, Rio Murú, Tarauacá, 40 anos, filho de José Neri e Joana Paiva, casado há 20 anos com Joelma Catão, dois filhos, Maria de Lourdes Catão Neri e Luiz Caetano Catão Neri. Graduado em Educação Física pela UFAC, Pós-Graduado em Gestão Pública, Professor de Educação Física, compôs as seleções de futsal, futebol e vôlei de Tarauacá.

Nos seringais não existiam Escolas de ensino regular, razão pela qual, meus pais, resolveram, em 1976, vender suas terras e se transferir para a cidade. O objetivo era nos colocar numa escola e iniciar uma nova vida, um futuro melhor.

O futebol na infância
Ao chegarmos na cidade, moramos no bairro Senador Pompeu, praia, com 7 anos fui matriculado na Escola Omar Sabino de Paula, iniciava ali um novo tempo de aprendizado sistematizado, ao tempo que aprendia, também fazia novas amizades com crianças e adolescentes da cidade.

Incentivado pelo meu pai (que amarrava uma bola numa corda na sala de casa para que eu ao chutar ela voltasse) desde cedo sempre gostei de esporte, principalmente, o futebol. Até a metade da segunda década de vida, jogava muito no quintal de casa com meu irmão Jâmisson Neri, hoje com família em Plácido de Castro, com a rapaziada do bairro, na rua mesmo com trave de tijolos, nas praias, nos campos e na quadra da fogás (hoje, posto Maria da Luz), com amigos da época, entre muitos destaco: Nena Gomes, Juvenal Correia, Tabele, Nonatin Mandico, Natalino, Cairara, Velho Lima, Pedro e Zequinha Ferreira, Laildo e Nilson Amorim, Chiquin "Buchudo", Buriti, Zé Puruca, Jâmisson Neri, Altemar Neri, e, além é claro, o mestre Ludgério Bonfim, treinador da nossa equipe Juvenil da Praia, que aos sábados no “Peladão”, jogava contra o Botafogo do Albanir Morais, Adir e Neto Moura. Quem lê, lembra, e sabe a que me refiro. Foi um tempo divertido, alegre e de aprendizado.

Na adolescência, morando no mesmo bairro, as amizades foram ampliando, portas estavam se abrindo, iniciava novas possibilidades de mudança.

Participação nos clubes
Aos 14 anos de idade iniciei a participação nos campeonatos de futebol de Tarauacá, naquela época era realizado no “PELADÃO”, hoje Cohab. As equipes pelas quais defendi foram: LONDRINA (1986/1987), fundado pelo meu Pai; CURITIBA(1988/1989), convidado pelo Célio Acioly, Zé anão e Neto Viana; VASCO DA GAMA(1989/1990), convidado pelos amigos Adir, Pinheiro e Pelezinho; CRUZEIRO(1991), nesse ano participei somente do torneio início; AC Juventus (1991), convidado pelo Prof. Gualter Craveiro; RIO BRANCO FC (1992); LONDRINA (1993) convidado pelo Marcão; VERONA (1994); AC JUVENTUS (1995/1996); aí vem novamente VERONA, CRUZEIRO, VERONA(2007), CRUZEIRO(2008) e PRAIA (2009).

A partir de 1989, com 17 anos, fui revelação no campeonato e posteriormente convocado para Intermunicipal de seleções (naquela época fazer parte da seleção era desejo de todos os garotos).

O tempo passava, fui crescendo, aprendendo e sendo valorizado no que mais sabia fazer, jogar futebol. Em 1991, fui convidado para jogar no Juventus, uma equipe profissional de Rio Branco, pelo Juventus participei do campeonato estadual de futebol e da Copa do Brasil. Naquela época, jogar em Rio Branco e por uma grande equipe era o desejo e um desafio. Era técnico, o Professor Júlio D’Anzecout (já falecido), auxiliar, Professor Gualter Craveiro, aos quais tenho grande respeito e carinho.

Títulos em Campeonatos
- Campeão Municipal de Tarauacá de Futsal e Futebol por várias equipes da cidade;
- Campeão Acreano de Futebol Júnior (Rio Branco – 1992);
- Campeão Acreano de Futebol Profissional (Rio Branco – 1992);
- Bi-Campeão Acreano de Futebol Profissional (Juventus - 1995 e 1996);
- Campeão Municipal de Futebol de Feijó (Flamengo - 2009);

O teste no Santos
Em 1991, fui considerado o melhor zagueiro do campeonato acreano, o destaque. Logo em seguida, o técnico do Rio Branco de outro Estado, Toninho Silva, me convidou pra passar dois meses no Santos Futebol Clube, fazendo teste, aceitei de imediato. Sair do Acre, um Estado pequeno, pouco conhecido naquela época, e jogar no Santos, não era fácil, as dificuldades eram grandes. Na Vila Belmiro existia atletas de todos os Estados brasileiro. O Acre era muito discriminado, diferente do que é hoje.

Conclusão
Diante de tantas coisas acontecendo muitas vezes me emocionava. Não pelo fato de ter sido avaliado pela crítica esportiva como o melhor zagueiro ou ter feito um teste no Santos, mas pelo contexto histórico de vida.

Nessas circunstâncias, vivendo um bom momento, era um pouco do que esperava pela frente, estava vivendo situações de alegria, felicidade pelas conquista vindas tão rápido.

Por fim, falar de sua própria vida, muitas vezes torna-se complexo e nos remete a uma ideia de invasão de privacidade. Gostaria muito de partilhar e tornar público parte da minha trajetória como atleta, para que gerações futuras possam conhecer a história de um certo zagueiro camisa 3, de Tarauacá, chamado Josman Neri.

Em breve acervo fotográfico de vários momentos

editando....