quinta-feira, 26 de junho de 2014

O QUE O ESPORTE NOS PROPORCIONA - Parte 1

Inaurguração do Estádio de Feijó
Josman Neri, Roberto Dinamite, Velho Lima, Zé Anão


Nasci, vivi a infância, adolescência e me tornei adulto em Tarauacá. Lá brinquei, me diverti, estudei, cresci, fiz amizades, joguei futebol e construi minha história.

Agradeço a Deus pelo dom da vida e da saúde, pela graça de ter um bom pai e boa mãe. Enfim, uma família unida, bonita e feliz. A família PAIVA NERI.

Agora estou morando em Rio Branco. Novos desafios, novas expectativas, fazendo novas amizades, sem esquecer das antigas.

No futebol, tive muitas alegrias e conquistas. Uma delas foi conhecer minha esposa Joelma Catão e, juntos há 20 anos, formar uma família e sermos felizes. Veio também as oportunidades de conhecer pessoas, conhecer cidades e fazer amizades. Outras, são os ensinamentos que o futebol, não só ele, pode nos proporcionar como: alegria, tristeza, disciplina, respeito, espírito de equipe e saber lhe dá com a derrota. Parte disso aprendi com meus pais, mas o futebol complementou a rigidez.

O futebol, é uma paixão nacional que nos proporciona estímulos, nos comove a cada vitória, a cada derrota e cada gol marcado. Aqui abaixo posto algumas fotos que ainda não estão no acervo. Foram momentos de alegria, vitória e celebração. São Momentos que Ficam e Que Marcam!. 

AABB Estilo - Campeão do Campeonato Aberto da AABB 2013
  

Partilhando as alegrias
 
Momentos de Vitória  
 Marcelo, Niltinho, Cleudo José e Josman Neri

 Josman Neri, Cleudo José e Marcelo

Celebração

Josman Neri e Marcelo - No Arena, dez/2013


  Um pouco do passado, pra não esquecer!

Seleção de Tarauacá - Intermunicipal de 1990
Em pé: Prof. Dinda, Josman Neri, Robério Saraiva, Árife, Adir, Sávio e Edmar Rodrigues
Agachados: Danielzinho, Zé Anão, Pinheiro, Vanderlei Sales, Lindomar Pires e Neto Moura

Londrina Esporte Clube - Estádio do Peladão em Tarauacá - alguns anos atrás
Em pé: Goleiro Dé, Junior Neri, Valdor Brito, Sávio Moura, Bão, Gilson Prado
Agachados: Preidente (meu Pai) Zé Neri, Fernando Moura, Chico Antonio, De Brito, Cláudio Moura, Jamil, Daniel Lima.

Londrina no Estádio Naborzão
Em pé: Pinheiro, goleiro Cimas, Chico Brabo, Josman Neri, Emiraldo, Junior Neri, Ludgério James Neri, Totinha e Aluisio
Agachados: Dinha da Eulina, De brito, Daniel Lima com Davi no colo, Chico Antonio,  José Zumba e Carpegiane do Alcimar. O moleque com a bola é o Novinho

Londrina no Estádio Naborzão 
Em pé: Chibil, Presidente do Londrina Zé Neri, Aluisio, Daniel Lima, Valdor Brito, Junior Neri, Pipa goleiro Ieide e Carpegiane
Agachados: Cangati, Dinha da Eulina, Zé do Gomes, De brito, Chico Antonio, Domingo (irmão do Chibil)


Vem aí Parte 2 da postagem: O que o Esporte nos Proporciona.


terça-feira, 27 de maio de 2014

Vida antes e depois da Morte




Será que morremos ou Deus tem seu propósito para cada um de nós?

Falar da morte é sempre complexo, um tema difícil e que nos impõe certo receio. Um assunto que fazemos questão de ignorar. A morte é o acontecimento humano mais temido e menos discutido.

Quando perdemos alguém que amamos através da morte, fica um vazio. Nessas horas, relembramos da convivência com a pessoa que fez parte de nós. Se acertamos na relação, só fomos bom, choramos por sua falta, se falhamos em nossas atitudes choramos pelos erros. O silêncio na casa, a sala vazia, o cheiro na roupa, o carinho, o afago, as conversas, as rizadas, os conselhos, a comida, o cheiro na cama, o silêncio por algumas horas... um vazio. As boas lembranças nos dão força e nos ajudam assimilar as mudanças da vida.

O copo é uma matéria que o espírito precisa para que possamos vê-lo. Na verdade, porém, já vivemos há muitos anos, só que antes da matéria, de forma invisível. O corpo envelhece, o espírito não, por isso é que praticamos atividades de meditação, para rejuvenescer nossas energias e alimentar o espírito, pois o corpo matéria, com o tempo, fica envelhecido e fraco.

Quando nascemos as pessoas riem e nós choramos, quando morremos as pessoas choram e nós sorrimos, porque estamos retornando à casa de Deus.
Jesus Cristo quando esteve na terra não deixou nada escrito, porém, deixou muitos ensinamentos e transmitiu poderes aos apóstolos para que transmitissem seus ensinamentos através da evangelização. Pois bem, vejamos então o que disse Jesus certa vez: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”.

O amanhã é outro dia


Não precisamos esperar amanhã para dizer que amamos, para perdoar, para abraçar, dizer que é importante que é especial.

Não! o amanhã talvez não exista mais, mas o agora sabemos que existe. As vezes quantas semanas passamos sem falar com os irmãos, com os pais, com os filhos, não dizemos para as pessoas próxima que a amamos, e muitas vezes, os motivos são banais, uma briga comum, uma discussão sem sentido.

É preciso rever nossas atitudes, perdoar mais. Nos damos o luxo de passar uma, duas semanas sem falar com as pessoas que amamos. O futuro é incerto, talvez no final do dia não tenhamos a oportunidade de 3 minutos pra conversar com alguém que foi importante, que foi parte de nós.

Muitas vezes não conversamos porque estamos com pressa, temos problemas pra resolver, estamos de saída para o trabalho, estamos com atrasados para o compromisso.

Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta, nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã, viva como se fosse o último dia da sua história, se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo para pressa. Celebre literalmente, viva como se fosse a ultima oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial. Não perca a oportunidade...! O amanhã é outro dia...!

Sócrates um grande filósofo afirmou que a “vida sem exame não é digna de um ser humano”, ele quis dizer que a vida que não é pensada, problematizada, questionada, não merece ser vivida. Daí o sentido da mensagem “Conheça-te a ti mesmo”, adotada por ele.

Para Sócrates, a alma é superior ao corpo e encontra-se nele como se encontra numa prisão. Assim, a morte liberta a alma desta prisão e lhe encaminha para uma vida melhor. Por isso, devemos cuidar mais da alma e não temer a morte.

Em seu julgamento, Sócrates, ao despedir dos juízes, revela que a morte é um mistério, ao afirmar: “bem, é chegada a hora de partirmos, eu para a morte, vós para a vida. Quem segue melhor rumo, se eu, se vós, é segredo para todos, menos para a divindade”.
 



Por pior que seja à noite, o amanhã é sempre outro dia.




terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Os Tipos de Tropas na Visão de Maquiavel


Na ótica de Maquiavel há três tipos de tropas, são elas, próprias, mercenárias, auxiliares ou mistas. Sendo as mercenárias e as forcas auxiliares prejudiciais e perigosas.

Os soldados mercenários são covardes, seu único motivo pra lutar é o salário...Estão dispostos ao Príncipe em tempos de paz, mas ao chegar à guerra, o abandonam.

Maquiavel iguala as forças auxiliares com as mercenárias: são inúteis...Quanto às tropas mistas, Maquiavel diz sê-las mais eficazes que as compostas de mercenários ou auxiliares, mas também são muito inferiores.

Portanto, assim como ocorreu com Davi quando Saul o ofereceu sua armadura para que enfrentasse Golias, deve o Príncipe (Príncipe hoje são os governantes) ficar atento pois as armas alheias quando não falham nos sobrecarregam e nos limitam. Portanto, o seguro e confiável mesmo é saber escolher bem e ter seu próprio exército e suas próprias armas.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O monge e a Prostituta





Vivia um monge nas proximidades de um templo e numa casa em frente, morava uma prostituta. Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la. 


- Você é uma grande pecadora - repreendeu-a. Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte? 


A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento. 


Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, rezava e pedia perdão. 


O monge, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo:

"A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa - até o dia da morte desta pecadora". 


E desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte. 


Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e lhe disse:

- Vê esse monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados morais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a dizer: cuidado com as más ações! 


A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:

- Ó Senhor, quando Vossa misericórdia irá me livrar desta miserável vida que levo?

Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo. 


A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno. Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo, e clamou:

- Ó Senhor, essa é a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu! 


Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:

- São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher orava fervorosamente dia e noite. A alma dela ficou tão leve depois de chorar que podemos levá-la até o paraíso. A sua alma ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto... 


Autor desconhecido