terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O PASSADO É UMA PARADA


Seleção de Tarauacá - 2008 

 Casa do Óleo
Ufac Futsal - 1994 


 Casa do Óleo
 
Gualter e Equipe 

 Vasco da Gama Tarauacá

Seleção Campeã - Intermunicipal de 1991


Inauguração do Estádio de Feijó 


 Josman, Roberto Dinamite, Velho e Zé Anão

 Seleção de Tarauacá - Inauguração do estadio de Feijo

Seleção Tarauacá - Reinauguração do estádio Naborzão - 2015

Amigos do Uchôa - Rio Branco - 2015 

Amigos do Uchôa - Rio Branco - 2015  


Copa Ouro - AABB 2015 




Copa Ouro - AABB 2015







Torneio inicio Campeonato Tarauaca - 2015 

Praia EC - 2015 




Atletas de Tarauacá - Jogos estudantis 

Atacante Pedro Feitosa (9) - Amax 2014 

Tarauaca E.C. Torneio inicio Campeonato de Tarauacá 

Praia 

  
 Praia comemorando o título do campeonato

Curitiba - 1990


Tarauacá Esporte Clube  



Torneio inicio do campeonato de futsal 


Atletas de Futsal 

Verona Futsal 


Copa Interbairro 2011

Copa Interbairro 2011 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O PASSADO É UMA PARADA: Copa Interbairro 2011










  
Presidente Edmilson Jansem e Burú


        Sala de Troféus do Verona
 Roberto, Careca, Edvandro, Ruy e Radames




Artilheiros de Tarauacá
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Outras Horas


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O PASSADO É UMA PARADA

2009
Assis, Sairo, Carlos, Zé Anão, Josman Neri e Carlos Félix


 2011
Em pé da esquerda: Sairo, Nilson, Pedro, David, Assis, Josman, Edinardo
Agachados: Deodato, Pipi, Adercio, Zé Anão, Cristovão e Neto








quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O PT se lambuzou?!



Não foi o PT que se lambuzou, como diz Jacques Wagner, mas alguns do PT que se lambuzaram e deixaram o partido melecado de corrupção do sistema político.

por Jeferson Miola, na Carta Maior

Por qual razão a entrevista do ministro Jaques Wagner à Folha de São Paulo provocou tanto furor no PT?
Até as pedras sabem que a desmoralização do Partido no imaginário popular decorre das escolhas impostas pelos setores que historicamente controlam e dirigem o PT: a maioria que se chamava Unidade na Luta e que passou a se chamar Construindo um Novo Brasil [CNB].  
A maioria, aliás, da qual o próprio Jaques Wagner [assim como alguns dos seus críticos de hoje] foi um dos principais expoentes, e através da qual ele construiu sua trajetória partidária. 
Com o fim da guerra fria, sobreveio a consolidação do poder imperial dos EUA e a expansão da globalização financeira especulativa. E o neoliberalismo passou a exercer, então, uma hegemonia ideológica sem precedentes, que estruturou a dominação capitalista pelas décadas seguintes.  
O PT, a mais rica e expressiva referência partidária da esquerda democrática e socialista mundial, não ficou imune a este fenômeno, mesmo que tenha nascido a partir da crítica radical ao stalinismo, ao dogmatismo e a todas as formas de degeneração burocrática do chamado “socialismo realmente existente”.
A leitura que o setor majoritário do PT fez daquela realidade e, em conseqüência, as políticas que passou a definir, trariam mudanças de enorme significação para o Partido, como a vida se encarregou de demonstrar que de fato trouxeram.
Foram operadas mudanças de duas índoles: no plano ideológico-programático; e na dimensão organizativa, do funcionamento e da estrutura partidária.
No plano ideológico-programático, o PT passou a relegar o esforço de elaboração teórica e política sobre a transformação socialista do Brasil. O léxico partidário foi sendo esvaziado de conteúdos essenciais, como da luta de classes, da democracia socialista e da construção do poder democrático-popular.
Em lugar disso, a maioria partidária impôs a “modernização” do PT, com o abrandamento ideológico que o tornaria mais palatável à classe dominante e aos olhos do grande capital doméstico e internacional. A minoria do PT, contrária a tal transmutação – porém derrotada –, era tratada pejorativamente como jurássica, esclerosada – com o endosso da mídia empenhada em fortalecer a desnaturação do PT.
As coalizões eleitorais incoerentes e contraditórias, estabelecidas com partidos políticos tradicionais e inclusive de direita [como o PP, por exemplo] para vencer eleições e ter de governar com concessões programáticas, foram desdobramentos naturais desta visão majoritária.
No plano organizativo, o setor majoritário do PT logrou aprovar mudanças estatutárias que distanciaram o PT dos seus militantes e assemelhou a democracia partidária a pantomimas onde só ficaram faltando aquelas tietes dos jogos da liga norte-americana de basquete.
Também foi decisiva a mudança na forma de sustentação financeira do PT. O afrouxamento da contribuição militante regular cedeu lugar à aceitação do financiamento empresarial das eleições. A adesão a esse sistema corrupto montado pelos partidos tradicionais e pela classe dominante que dele se beneficiam, lesou o patrimônio ético do PT.
É indiscutível que os problemas éticos enfrentados pelo PT hoje derivam do “giro modernizante” que afastaram-no dos princípios e valores programáticos que fizeram parte da sua origem e constituição naquele memorável 10 de fevereiro de 1980.
Tanto mais o PT se afastou dos seus princípios e do seu programa e adotou os mesmos critérios da política tradicional dominante, tantos maiores e recorrentes foram os problemas éticos que passou a enfrentar.
O único reparo recomendável às declarações do Jaques Wagner é quanto à conjugação verbal. Não foi o PT que se lambuzou, como diz ele, mas alguns do PT que se lambuzaram e deixaram o PT melecado na cumbuca de corrupção do sistema político que a maioria do Congresso Nacional quer eternizar, porque é beneficiária dele.
O problema, contudo, é que tais erros comprometeram a imagem do conjunto do tecido partidário – o 1,5 milhão de filiados/as e as outras dezenas de milhões de amigos/as e simpatizantes do PT. A mídia, a oposição, e os reacionários fazem de tudo para estigmatizar e criminalizar o PT e os petistas, o que é um absurdo grotesco: seria o mesmo que acusar toda a torcida corinthiana de criminosa, porque três integrantes dela causaram a morte de um torcedor num estádio da Bolívia.
Mas, a essas alturas, isso não altera o essencial: é o PT, institucionalmente, que deve prestar contas ao povo brasileiro. Neste momento histórico, o PT está ante os maiores desafios de toda sua existência. O Partido não pode adiar um gesto que está atrasado em pelo menos 10 anos; uma atitude que deveria ter sido adotada ainda em 2005: através da sua direção, deve se reportar à sociedade, se desculpar pelos desvios que alguns cometeram em seu nome e retomar sua vocação de partido ético, socialista, rebelde, coerente e transformador.
Um gesto desta grandeza confere ao PT um voto de confiança para agitar a bandeira da convocação de uma Assembléia Constituinte para a realização da reforma política verdadeira, para extirpar esse sistema político corrupto que corrói a nossa democracia.

Fonte:
http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/O-PT-se-lambuzou-/4/35272

Lava Jato: a falácia sobre a “maior corrupção do mundo”


Permitam-me responder a esse coxinha, que publicou o seguinte comentário na fanpage do Cafezinho:


Em primeiro lugar, deixemos de lado os exageros retóricos que são apenas ridículos. Os Estados Unidos acabam de fazer uma guerra (fracassada) de vários trilhões de dólares contra o Iraque, cujo único objetivo foi encher os cofres dos prestadores de serviço do Pentágono.

Corrupção na veia, além de milhões de mortos.
Se vamos falar de corrupção, tudo bem, mas sem ranking internacional, por favor.
Aliás, sem ranking de espécie alguma, porque se ficarmos apenas ao nível nacional, a privataria tucana, o Banestado, a compra da reeleição deixam qualquer mensalão e petrolão no chinelo, não apenas em valores, mas também no que representam em termos de perda de soberania (privataria), danos à capacidade do Estado de investir (Banestado), e violação democrática (reeleição).
Não vou falar da sonegação, porque poderia lembrar que a operação Zelotes começou investigando desvios superiores a 20 bilhões, por parte de gigantes do sistema bancário e midiático, e terminou perseguindo o filho de Lula por causa de um contrato, feito dentro da lei, com pagamento de impostos, etc, de R$ 2,5 milhões...
A narrativa midiática produz em engodo incrível. Ela inverte as coisas.
Nos anos do "petrolão", o governo brasileiro conseguiu reduzir brutalmente o endividamento público, aumentou exponencialmente os investimentos em infra-estrutura, descobriu o pré-sal e aumentou a produção de petróleo, recriou cadeias produtivas inteiras, promoveu a maior recuperação da massa salarial em décadas, multiplicou em várias vezes os gastos com programas sociais, além de aumentar sensivelmente o orçamento da Polícia Federal, que foi reestruturada, após décadas de sucateamento, em especial na era tucana. E tudo isso num ambiente de forte crescimento econômico, controle inflacionário e redução dos juros.
Para onde foi o dinheiro da maior corrupção do mundo ou da história? Os petistas mais ricos, em relação aos tucanos, são um punhado de favelados. O tesoureiro preso do PT não tem imóveis nem dinheiro. O PT está falido. Lula vive de palestras e seu único imóvel é o mesmo apartamento de São Bernardo em que vive há décadas (ele cogitou comprar um outro apartamento em Guarujá, o qual até hoje é tratado pela imprensa como um palácio de Versalhes, mas a imprensa demonizou tanto a possível compra que ele, logicamente, desistiu. Mesmo assim, a mídia ainda afirma - mentirosamente - que o apartamento é dele).
Nos anos da privataria tucana, a capacidade de investimento do Estado foi inteiramente desmantelada, grandes empresas estratégicas foram privatizadas (e o BNDES emprestou dinheiro para estrangeiros comprarem, a baixo preço, nossas estatais), programas sociais foram esvaziados, os salários baixaram, a inflação anual passou de 20% em alguns anos, e a dívida pública líquida saiu de 30% para 60%. A dívida bruta explodiu igualmente. Ao final do governo FHC, apesar de toda a lambança, ainda tivemos o Proer, um programa de doação de mais de R$ 100 bilhões aos bancos, que estavam em "crise", coitadinhos. Tudo isso num cenário de juros altíssimos, crescimento baixo, desemprego galopante.
E os tucanos, todos milionários.
Lula não comprou medida parlamentar para se reeleger, FHC, sim. Mas é Lula que vai depor na Polícia Federal, por causa de Medida Provisória, relatada e defendida pela oposição, e que beneficiou principalmente estados governados pelo PSDB.
É mesmo um país surreal!
Não, coxinha, eu não defendo o PT, nem ninguém. Eu defendo o que eu entendo como verdade. Verdade da qual não sou dono, mas que também não acredito que seja propriedade de uma mídia corrupta e cevada no autoritarismo. Verdade que, sobretudo, não está com um punhado de coxinhas totalmente corrompidos mentalmente pelas mentiras da mídia.
Claro que houve corrupção por parte de petistas. A corrupção, infelizmente, é inerente ao poder, ao homem, aos governos.
Tem de ser combatida não com o moralismo vulgar e oportunista de nossa imprensa e de seu exército de zumbis alienados, e sim com transparência e fortalecimento das instituições.
Quem criou todos os atuais programas federais de transparência?
Quem criou leis obrigando os entes públicos a divulgarem suas despesas na internet?
Quem criou a lei anti-corrupção que, pela primeira vez na história, nos permite condenar não apenas os corrompidos - muitas vezes barnabés do serviço público - mas também os corruptores (lei esta que permitiu a Lava Jato, é importante lembrar)?
Desculpe lhe informar, coxinha, mas foi o PT.
Há corrupção em toda a parte, inclusive, e em grande escala, no Judiciário e no Ministério Público, o que é a corrupção mais danosa, porque exercida por servidores vitalícios.
Atribuir a corrupção a um só partido, ou pior, a um campo político, é uma loucura ideológica digna de um fascista!
Quem inventou a corrupção não foi nem PSDB, nem o PT.
Mas quem combateu a corrupção, mais que nenhum outro governo, inclusive a corrupção em si mesmo, o que é mais difícil e merece mais méritos?
Arrotar discursos vazios sobre a corrupção é fácil. Quero ver um governo investindo em órgãos de investigação que farão devassas no próprio governo, e quero ver esse governo aceitar tudo isso docilmente, resignadamente, como faz o governo Dilma.
A  imprensa internacional já entendeu perfeitamente que o governo Dilma se tornou um modelo mundial de combate à corrupção, justamente pela docilidade com que aceita todas as violências  e todos os excessos das autoridades investigativas contra o próprio governo.
Entretanto, para que a luta pela corrupção não seja conspurcada pela luta política, é preciso combater esses excessos, é preciso mostrar à sociedade que não se combate corrupção reduzindo direitos, e que a demagogia penal jamais foi um bom caminho.
É justamente isso o que a nossa grande imprensa não faz. Ela quer surfar nos excessos. Ela os insufla. Ela adula os juízes que cometem esses excessos, porque a nossa imprensa é profundamente corrupta e autoritária, cevada em esquemas monstruosos de sonegação, negociatas políticas, conspirações  e golpes de Estado.
A sociedade, então, fica perdida, pois a mídia alternativa ainda não tem tamanho e penetração suficiente para fazer um contrapeso adequado aos arbítrios da imprensa tradicional, sobretudo em se tratando de rádio e TV.
Coxinhas, repito, não sou o dono da verdade. Mas não acredito que a postura de vocês seja em prol do interesse nacional.
Quero combater a corrupção tanto como vocês alegam querer, e por isso defendo o aumento da transparência e o fortalecimento das instituições.
Esse fortalecimento das instituições, porém, deve ser feito seguindo a doutrina democrática dos freios e contrapesos, porque não podemos criar um Ministério Público e uma Polícia Federal que não sejam controlados democraticamente, por auditorias externas independentes.
Não podemos criar monstros autoritários, com pretensões a substituir a soberania popular, como se tornaram o Ministério Público e o Judiciário.
Acima de tudo, não podemos esquecer jamais que o poder emana do sufrágio universal.
Por isso o crime supremo é o golpe.
Os autoritários podem prender quem eles quiserem. A sociedade assistirá a tudo entre esperançosa (pela prisão de supostos bandidos) e apreensiva (pelo temor dos excessos), mas aceitará os fatos mais ou menos resignada.
Mas que estas violências não atinjam a liberdade e os direitos políticos,  que existem plenamente apenas no direito do povo de escolher seus governantes, porque isso provocará revolta popular e uma instabilidade de longo prazo em nossas instituições.
Que a Lava Jato cumpra seu papel. Ela também é fruto do lulismo. Ela também é mérito do PT, que jamais construiu esquemas de blindagem para proteger os seus, que investiu na autonomia da Polícia Federal e do Ministério Público.
Não seria possível uma Lava Jato no governo Sarney, nem no governo Collor, nem no governo FHC. Em especial não poderia haver no governo FHC, por causa da aliança espúria entre mídia, Executivo e os estamentos privilegiados do serviço público.
Tivemos que eleger um governo popular, um governo antipático às elites do serviço público, para que estas, tomadas de ódio de classe e embriagadas pelos holofotes da mídia, se decidissem a investigar até o fim os grandes esquemas de corrupção.
As nossas críticas à Lava Jato, contudo, se dão no sentido de que nenhuma investigação pode prescindir da preocupação com o estado da economia. Não tem nenhum sentido combater a corrupção e destruir grandes empresas estratégicas, atrasando em anos o nosso desenvolvimento.
Mas se isso acontecer, se a Lava Jato decidir destruir as grandes empresas nacionais de engenharia, não serão os procuradores e delegados, nem a mídia, que construirão novas empresas. Seremos nós, simples cidadãos, modestos blogueiros, que exigiremos do Estado que adote medidas públicas para o surgimento de outras empresas, que preencham a lacuna deixada pela destruição irresponsável da Lava Jato.
Essas outras empresas serão corruptas da mesma forma, porque a corrupção, como já disse, é inerente ao caráter humano, e somente a transparência e a vigilância podem reduzi-la.
Eu sou partidário da ideia de que não é preciso destruir a economia brasileira como "lição moral" contra a corrupção. Isso não beneficia o povo. Os barões da mídia ganham dinheiro com a crise, porque seus investimentos já estão atrelados à crise. Eles ganham com juros altos, inflação alta, desemprego. Os barões midiáticos não ganham dinheiro com seus jornais, que vivem de publicidade. Aliás, os barões estão sacrificando suas próprias empresas no altar da crise, demitindo em massa, porque não é daí que vem a sua renda. A sua renda vem de aplicações financeiras, os chamados fundos abutres, que existem aos montes no país.
Sou partidário de que a luta contra a corrupção seja moderada pelo compromisso com o nível de emprego, e que não tenha a pretensão tola de "moralizar" o país, pois esta moralização só virá com uma justa distribuição de renda e com a justiça social.
A corrupção não tem de ser combatida com violência policial ou penal, e sim com processos justos, moderados e isentos, sem contaminação política, sem histerias midiáticas, sem linchamentos.
Tem de ser combatida, repito pela terceira ou quarta vez neste artigo, pelo aumento da transparência e pela criação de instrumentos modernos de vigilância.
Temos que destruir a corrupção, não temos que destruir o país, não temos que destruir empresas, não temos que destruir empregos, não temos que destruir, sobretudo, nenhum ser humano, nem os acusados, nem mesmo os condenados.
Os acusados ou condenados tem de enfrentar as instâncias da lei, com todos os seus direitos garantidos, mas sem linchamento, sem lhes atribuir a culpa de 500 anos de opressão e corrupção.
Temos de proteger nossas empresas. Sou defensor, por exemplo, de um combate mais efetivo e mais duro contra a sonegação, mas longe de mim que a Receita passe a destruir cada pequeno negócio, cada pequeno botequim, em prol da luta contra a sonegação. A luta contra a sonegação tem de ser feita com inteligência e moderação, visando o bem comum, a estabilidade econômica e o aumento da arrecadação fiscal.
Que o bom senso prevaleça sobre os instintos baixos desse golpismo sujo e autodestrutivo que tomou conta de setores do Estado e da mídia, contaminando parte da população.


Fonte: www.ocafezinho.com/2016/01/07/lava-jato-a-falacia-sobre-a-maior-corrupcao-do-mundo/

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O PASSADO É UMA PARADA

Tarauacá Esporte Clube - Estádio Naborzão - Anos 90

A partir da esquerda, em pé: Pacão (assessor), Caçique, Manoel Caroço, Pingo, Árife, Caboca, Dominguinhos, Zequinha Corcovado, Gilson Prado (tecnico), Zé do Jace - Agachados: Mascote Danielzinho, Velho, Badeu, Nonato Maia, Henrique, Toinho, Adir, Kekeudo


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Vasco da Gama - Estadio Naborzão - Anos 90

A partir da esquerda, em pé: Dominguinhos, Esperidião Junir, Gilson Prado, Mamá, Edmar, Marcelo, Mascote Danielzinho
Agachados: Gingim, Zé Anão, Velho Lima, Pelezinho, Luiz Carlos,  


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Unidos da Ponte - Quadra do Astral - Tarauacá
Anos 80