sexta-feira, 14 de junho de 2019

Arquiteta Lourdes Catão - Seus Sonhos Através dos Traços




Olá, me chamo Lurdinha Catão Neri, sou graduada em Arquitetura e Urbanismo (2018) pela Faculdade Barão do Rio Branco. Atuo na área de projetos residenciais, comerciais, interiores, reformas, consultorias, urbanismo e gerenciamento de obras. Quero aproximar vocês desse mundo maravilhoso da arquitetura compartilhando nesse perfil um pouco do meu trabalho, dicas e inspirações.

Quero ser referência, e não de uma arquitetura cara e de "difícil" acesso, mas de uma arquitetura para todos. Peço que me deem a oportunidade de colocar seus sonhos no papel e transformá-los em realidade, porque isso que é ser arquiteto!

 

segunda-feira, 1 de abril de 2019

45 Anos de Idade, Por Jâmisson Neri




Fim do 1º tempo. Meus 45 anos de boy. That’s over baby. Eu mesmo explico...



Sou tarauacaense. Nasci lá na rua Manoel Lourenço, no bairro da Praia. Ali, naquela rua de chão batido, adornada, aqui e acolá, com touceiras de capim, rodeadas por bostas dos bois que ruminavam demoradamente, mastigando pra lá e pra cá, sob o olhar atento de seus donos, eu passei a minha infância e parte da adolescência.



Após o término das aulas na escola Omar Sabino de Paula e mais tarde no João Ribeiro, todos os garotos daquela geração se reuniam na rua Manoel Lourenço para brincar. De dia, sob a luz do sol; de noite, sob a luz elétrica, gerada a lenha, que durava até às 22h, e daí continuávamos, às vezes, até mais tarde sob a luz da lua. Foi nesse cenário, num bairro simples e tranquilo, na periferia de Tarauacá, que eu, Josman (irmão), Véi do Daniel, João Maciel, Birrom, Léo, Dão, Kbym, Cairara, Chiquim Buxudo, Dentin (in memoriam), Cangati (in memoriam), Cuxiá, Novim, Oroca, Pide (Elpidio), Tabeli, Tijibu, Tucuxi, Nilson Gago, Gricelio, Railton, Railson e Ronilson da Dona Panca, Laildo, Dé, Nena irmao do Zé do Gomes, Batikim, Jiricol, Ueliton do Seu João Bode, Jean do Peixoto, Buriti, Di Brito, Valdor de Brito, Acari, Tabeli, Pau Preto, Zé Muçuleta, Zé Puruca, Sansão, Cuca, Keku, Doril, Príncipe, Reco, Carlin do Buliado, Rabib, Nildo do Manga (in memorian), Nena do Manga, Correinha, André Bocão, Jarbas, Rui Pescocin, Jânio, Tétei, Derlandio, Liu, Evaristo, Everaldo, Ed do Seu Gilau, Totinha, Aristeu, e tantos outros os quais não lembro neste momento, passamos os momentos mais felizes, juntos, de nossas vidas, uns na infância, outros na adolescência, e outros mais adiante, na juventude.



As brincadeiras eram tantas: barra do rouba, bola de gude (peteca), soltar pipa, jogar tampa, jogar pilha, carro de rolimã, colecionar carteiras de cigarros, jogar figurinhas, brincar de carrinho, bang bang cujas as armas eram feitas de madeira, brincar da pira por entre as toras de madeiras ou as pélas de borracha encostadas na beira do rio, tomar banho na igarapé da ponte em frente à casa da Dona Quita, aproveitar o período de alagação do rio para tomar banho e andar de casco, jogar bola no campo da Eulina, jogar vôlei em frente à casa onde eu morava, se divertindo com os gritos do saudoso tio Daniel e as cuiadas do meu pai Zé Neri, ouvindo atentamente as mentiras mirabolantes do saudoso Zé Lopes, participando dos arraiais da Dona Preta do Seu Zé Pinto (in memoriam dos 2), do Bumba meu Boi organizado pela Dona Franscisca Gastón juntamente com o Chiquin Caboco, e tantas outras coisas que fazíamos para nos divertir. Jogar bola na rua era a brincadeira preferida dos garotos do meu top na infancia.
Mas, 4 homens eram o terror para nossas brincadeira: Seu Baldo, Chiquim Resende, Antonio Tabaco e o Zé Magro, todos comissários de menor na época, e que se visse as crianças jogando bola no meio da rua, eles faziam de tudo pra tomar a bola, deixando todos nós em pânico. Quando nós os avistávamos, a correria era grande, pulando cercas e quintais, para não sermos pegos. Eles passavam e continuávamos a jogar a nossa bola. A infância seguia esse ritmo...



A transição para adolescência foi marcada pela fase da vontade de namorar, desejo de “tirar a seca”, de ir às festas no Astral, Havaí, Stillus, Chega Mais, Clube do Manel Macaxeira (Juruá Clube) e no Clube do Tinha (The King’s), e aquelas idas inopinadas no Cisne Bar, Koxixo’s, Café Express etc...



Aos 16 anos, decidi partir de Tarauacá em busca uma formação secundária e universitária, e por essa razão me divorciei da minha querida terra natal, embora eu não consiga esquecê-la. Tarauacá está na minha essência. Eu estou na essência de Tarauacá.



No dia em que eu decidi sair de casa, meu pai me disse "filho não vá". Contrariando-o, me lancei no desafio de romper e vencer muitos obstáculos na vida. Vim, venci e conquistei. Andei por caminhos desconhecidos, mas sempre fui cauteloso nos meus passos. Os caminhos que percorri e os desafios que enfrentei me ensinaram uma grande lição: minha doutrina de vida é que a força que me impele no caminho do sucesso e da realização é a força dos valores espirituais: a fé, a coragem, a retidão, a lealdade e a perseverança. Guio-me por esses valores com firmeza e convicção.



Hoje, acordar com 45 anos, a vida me faz veterano. Não é muito e nem o bastante, mas o suficiente para saber que só envelhece quem vive muitos anos. Sei que não vim para ficar, mas peço a Deus que multiplique as noites que me fizeram repousar, e as manhãs que até hoje foram possíveis eu acordar. Agradeço a Deus por ter-me dado a vida por intermédio dos meus pais, e a eles por terem feito o esforço possível para mim educar, e mostrado os bons caminhos para que hoje eu tenha esta idade.

Chegar aos 45 anos, fim do 1º tempo, pode não fazer de mim um herói, mas me dá o direito de me considerar um campeão. Aprendi que com a simplicidade e a humildade podemos conservar sadio os nossos corações. 45 anos não é nada demais, mas vou fazer uma pausa, e viver com mais segurança, para que no próximo ano eu fale de mim um pouco mais.
 Josman Neri, Joana Paiva (Mãe), Jâmisson Neri

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Reforma da Previdência: entenda a proposta ponto a ponto






Reforma da Previdência: entenda a proposta ponto a ponto
O governo apresentou nesta quarta-feira (20) a proposta de reforma da Previdência Social.

Entenda ponto a ponto o que propõe o governo:

Idade mínima
A proposta cria uma idade mínima de aposentadoria. Ao final do tempo de transição, deixa de haver a possibilidade de aposentadoria por tempo de contribuição.

Para mulheres, a idade mínima de aposentadoria será de 62 anos, e para homens, de 65. Beneficiários terão que contribuir por um mínimo de 20 anos.

Regra de transição - Regime Geral
Segundo o texto, haverá 3 regras de transição para a aposentadoria por tempo de contribuição para o setor privado (INSS) - o trabalhador poderá optar pela forma mais vantajosa. Uma outra regra de transição será implementada para o RPPS (servidores públicos).

Transição 1 - Tempo de contribuição + idade:
A regra é semelhante à formula atual para pedir a aposentadoria integral, a fórmula 86/96. O trabalhador deverá alcançar uma pontuação que resulta da soma de sua idade mais o tempo de contribuição.

Para homens, hoje esta pontuação é de 96 pontos e, para mulheres, de 86 pontos, respeitando um mínimo de 35 anos de contribuição para eles, e 30 anos para elas. A transição prevê um aumento de 1 ponto a cada ano. Para homens, ela deve alcançar 105 pontos em 2028. Para mulheres, deve chegar a 100 pontos em 2033.

Transição 2 - Tempo de contribuição + idade mínima
A idade mínima para se aposentar chegará a 65 anos para homens, e 62 anos para mulheres, após um período de transição. Ele vai durar 10 anos para eles e 12 anos para ela, começando em 60 anos (homens) e 56 anos (mulheres).

Transição 3 - Tempo de contribuição
Poderá pedir a aposentadoria por esta regra quem estiver a 2 anos de completar o tempo mínimo de contribuição, de 35 anos para homens e 30 anos para mulheres. O valor do benefício será reduzido pelo fator previdenciário, um cálculo que leva em conta a expectativa de sobrevida do segurado medida pelo IBGE, que vem aumentando ano a ano. Quanto maior esta expectativa, maior a redução do benefício.

Haverá um pedágio de 50% sobre o tempo que falta para se aposentar. Assim, se faltam 2 anos para pedir o benefício, o trabalhador deverá contribuir por mais um ano.

Regra de transição - Regime Próprio (servidores)
Para os servidores públicos, a transição entra em uma pontuação que soma o tempo de contribuição mais uma idade mínima, começando em 86 pontos para as mulheres e 96 pontos para os homens. A transição prevê um aumento de 1 ponto a cada ano, tendo duração de 14 anos para as mulheres e de 9 anos para os homens. O período de transição termina quando a pontuação alcançar 100 pontos para as mulheres, em 2033, e a 105 pontos para os homens, em 2028, permanecendo neste patamar.
O tempo mínimo de contribuição dos servidores será de 35 anos para os homens e de 30 anos para as mulheres. A idade mínima começa em 61 anos para os homens. Já para as mulheres, começa em 56 anos. Ao fim da transição, a idade mínima também alcançará 62 anos para mulheres e 65 para os homens.

Aposentadoria rural
Para os trabalhadores rurais, a idade mínima de aposentadoria proposta é de 60 anos, para homens e mulheres. A contribuição mínima será de 20 anos.

Servidores públicos
Servidores públicos terão idade mínima de aposentadoria igualada à dos trabalhadores do setor privado: 62 para mulheres e 65 para homens. O tempo de contribuição mínimo, no entanto, será de 25 anos, sendo necessário 10 anos no serviço público, e 5 no cargo.

O valor do benefício será calculado da mesma forma do regime geral.

Para servidores que ingressaram até 31 de dezembro de 2003, a integralidade da aposentadoria será mantida para quem se aposentar aos 65 anos (homens) ou 62 (mulheres). No caso de professores, a idade será de 60 anos. Para quem ingressou após 2003, o critério para o cálculo do benefício é igual ao do INSS.

Professores
Professores poderão se aposentar a partir dos 60 anos, mas com tempo mínimo de contribuição de 30 anos.
Para os professores no Regime Próprio (servidores), será preciso ainda 10 anos no serviço público, e 5 no cargo.

Aposentadoria de deputados federais e senadores
Proposta prevê 65 anos de idade mínima para homens e 62 anos para mulheres, e 30% de pedágio do tempo de contribuição faltante. Novos eleitos estarão automaticamente no regime geral, com extinção do regime atual.

Hoje, a idade mínima é de 60 anos de idade mínima para homens e mulheres, com 35 de anos de contribuição. Benefício é de 1/35 do salário para cada ano de parlamentar.

Aposentadoria de policiais civis, federais e agentes penitenciários e socioeducativos

Os que ingressarem terão seus benefícios calculados pelo mesmo critério do RGPS. Os que tiverem ingressado antes disso, receberão a remuneração do último cargo.

Para policiais, a idade mínima para aposentadoria ficará em 55 anos, com tempo mínimo de contribuição de 30 anos para homens e 25 para mulheres, e tempo de exercício de 20 anos para eles e 15 para elas.

Para agentes, os critérios serão os mesmos, excetuando o tempo de exercício, de 20 anos para ambos os sexos.

Forças Armadas, policiais e bombeiros militares
Policiais e bombeiros militares terão as mesmas regras das Forças Armadas - que não estão contempladas na proposta atual. Segundo o secretário de Previdência, um texto sobre os militares será entregue em 30 dias.

Criação do sistema de capitalização
Será alternativo ao sistema já existente. Terá livre escolha pelo trabalhador. As reservas serão geridas por entidades de previdência pública e privada.


Mudança na alíquota de contribuição
A proposta da nova Previdência prevê uma mudança na alíquota paga pelo trabalhador. Os trabalhadores que recebem um salário maior vão contribuir com mais. Já os recebem menos vão ter uma contribuição menor, de acordo com a proposta.


Haverá também a união das alíquotas do regime geral – dos trabalhadores da iniciativa privada – e do regime próprio – aqueles dos servidores públicos.


 


Fonte: G1.com

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

O PECADO OCULTO EM CADA UM DE NÓS



É certo que escondemos muitas coisas em nossos corações e temos muitas faces: uma em casa, outra na igreja, outra no trabalho e a verdadeira, que só aparece quando somos honestos conosco mesmos e admitimos nossos pecados, que estão devidamente ocultos da galera.

Se você fizer uma pesquisa sobre alguém, achará muitas opiniões divergentes sobre a mesma pessoa e isso se deve à forma como cada conhecido nos vê, ou mais profundamente, aquilo que queremos revelar em nossas relações comerciais e pessoais. Todo mundo tem uma face negra que procura esconder, se possível, de si mesmo, e isso é revelado por Paulo, quando ele disse: Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.(Romanos 7:18,19).

É bem simples entender. Só conhecemos o bem por contraste, porque nossa carne só gosta do que não presta, do que desagrada a Deus. A única solução para deixar as obras da carne é nascer de novo e desta vez no Espírito e isso acontece quando reconhecemos Jesus como Salvador, mas a carne não deixa de existir, não evapora num passe de mágica, apenas ela passa a ter “nova direção” e passa a ser controlada pelo Amado Espírito Santo, portanto quanto mais perto de Deus, mais longe do pecado e o oposto é igualmente verdadeiro.

Um pecado oculto dificilmente confessado, ou admitido, é a cobiça, que é o mesmo que ambição, o desejo intenso de ter conseguir alguma coisa, ou alguém. Está escrito: Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. (Êxodo 20:17). Veja como a cobiça é um pecado abrangente, vai de “a” a “z”, é possível cobiçar até o que o outro não tem, mas imaginamos que tenha.

É comum achar que a grama do vizinho é mais verde, ou que a vida do outro é bem melhor do que a nossa, ou que a felicidade está nas coisas dos outros e tudo isso é cobiça, porém é um pecado que cometemos, muitas vezes, sem nos apercebermos. É um pecado do pensamento que nem sempre se consuma em atos. O fato de cobiçar a vida alheia não nos leva necessariamente a tomar alguma atitude para roubá-la, mas, ainda assim, é um pecado.

Foi a cobiça da mulher alheia que levou Davi a cometer adultério e homicídio e olha que Davi era um homem segundo o coração de Deus. Você já conhece esta história. O importante é entender que ninguém está imune a nenhum tipo de pecado e que a única coisa que nos separa dos pecados mais horríveis é o Doce Espírito de Deus, que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.

Tem muita gente boa que pensa que não precisa de Jesus, porque é um cidadão de bem, cumpridor de seus deveres, não rouba, não mata e tal, mas isso é pura ilusão. Não pense que você é a “bala que matou Kennedy”, porque a Bíblia diz: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” (Romanos 3:23). Todo mundo precisa de Jesus, porque somente Ele pode salvar de todas as formas como alguém pode ser salvo.

Cedo ou tarde, o pecado virá à luz.

“Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros só mais tarde se manifestam”. I Timóteo 5:24
 
Agora é só tomar sua decisão!




Fonte:
http://sombradoonipotente.blogspot.com