sexta-feira, 29 de junho de 2012

As grandes mudanças da história foram frutos da Atitude Popular




Tarauacá não tem crescido nos últimos anos tanto quanto se esperava. Quando a Frente Popular assumiu o Governo, iniciou o processo de mudança e construção de um novo Acre. Muito se avançou. O Brasil está passando por transformações que nunca, na história deste País e Estado, tínhamos vivido. Tarauacá poderia está vivendo um bom momento na sua economia, oportunizando empregos, esporte, cultura, turismo, porém, as implementações de políticas para o setor e aquecer a economia tem se fragilizado em virtude da responsabilidade ficar apenas com o Governo do Estado. Uma economia forte passa pelas mãos de gestores compromissados.

Estudantes, jovens, índios, empresários, homens e mulheres, têm a esperança de dias melhores. Tarauacá precisa reaquecer seu mercado, independência e autonomia para nossos trabalhadores formais e informais.

A Frente Popular de Tarauacá está mais uma vez tendo a oportunidade de apresentar ao povo tarauacaense, o candidato a Prefeito e Vice de dois Partidos que sempre visaram melhorar as condições de vida da população desta cidade e do Acre. Se o Povo der a vitória a Frente Popular, juntos, Prefeitura e Governo, implementarão políticas públicas que possam criar oportunidades de emprego e renda, fortalecer a economia local e, consequentemente, melhorar a vida da cidade.

Uma Gestão forte é uma gestão com parceiros. Nós temos a condição de dar um tempo novo e escolher o melhor para Tarauacá. Neste momento de mudança e esperança, é fundamental que façamos uma reflexão daquilo que queremos para o futuro das próximas gerações.

As grandes mudanças da história foram frutos da decisão popular. Foi assim, na Revolução de 1917, na Rússia, na Revolução Cultural, na China, na Revolução Francesa, e também, na Revolução acriana, no Acre. Em Tarauacá não precisamos de uma revolução, precisamos EVOLUIR.

Juntos Podemos mais.!

Bom final de semana pra todos.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Juventude do PT repudia publicamente o golpe protagonizado pelo parlamento do Paraguai


Prestamos nossa solidariedade especialmente a todos os jovens paraguaios, receosos de vermos nosso vizinho retornar aos tempos de exceção que massacraram de forma mais cruel a juventude organizada nos movimentos sociais. Longe que qualquer alarmismo, preocupa-nos o fato de a justificativa do golpe de estado ter sido o que se chamou de “leniência” ao tratar de conflitos sociais. A história mostra que o discurso e o expediente usados pelos parlamentares paraguaios no dia 22 deste mês podem ser a senha para anos de desrespeito às liberdades democráticas e aos direitos humanos.
A manobra dos partidos conservadores, aliados a elite econômica e aos latifundiários do país, ao arrepio de todos os princípios legais de direito pleno de defesa e do contraditório trazem ao século XXI ecos de tempos sombrios da América Latina. A ruptura brusca das regras democráticas é uma afronta grave não só a sociedade paraguaia, mas a todos os países da região, que vive um período histórico de estabilidade e democracia. Por tal razão nos unimos aos jovens paraguaios, bem como a todos os jovens latino-americanos de esquerda, na defesa da democracia, da legalidade e da liberdade!
Quase sempre, golpes foram desferidos contra a mínima tentativa de reduzir desigualdades e ampliar a participação social. Na década de 2000, governos democraticamente eleitos lideraram transformações sociais e democráticas que tornaram o continente econômica e politicamente respeitado diante do mundo. Nós, jovens, não vivemos o terror, mas sabemos o valor da liberdade, da esperança e da mudança promovida por Lula/Dilma, Nestor/Cristina, Correa, Chávez, Ortega, Humalla, Tabaré/Mujica, Evo e outros que seguem na luta. Chamamos a juventude paraguaia a ir às ruas barrar o golpe da direita e a todos os jovens petistas que, nas suas casas, redes sociais, escolas, universidades, assentamentos e demais espaços de atuação, denunciem a ofensiva latifundiária paraguaia, para que a derrota não passe à história com a versão dos vencedores e a vitória se consolide pela força dos nossos ideais casados às necessidades populares de “nuestra America”.

Executiva Nacional da JPT

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Quando se tem atitude os resultados aparecem



Einstein dizia que: “não se pode esperar resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa!” A despeito do gênio que era o Einstein, esta frase nunca foi tão atual.

As pessoas não querem pensar, querem as coisas prontas. Acho provável que falar dessa maneira possa ter um tom generalista, porém, nas conversas de “bastidores” com outros amigos de profissão, ouço os mesmos comentários: que os nossos profissionais estão pouco ou mal qualificados.

Felizmente, nos deparamos no dia a dia com boas e gratas surpresas, principalmente no que diz respeito à boa vontade e disposição para aprender de alguns profissionais, mas infelizmente estas pessoas ainda são difíceis de encontrar. Aliás, em outros mercados acontece o mesmo, na medicina, no direito. O ensino de uma maneira geral no Brasil está deixando a desejar segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante que disse recentemente que a política educacional brasileira, faz poucas exigências para a abertura de novos cursos e faculdades e que não tem critérios rígidos para cobrar desempenho. Que visa apenas aumentar os índices de alunos matriculados no ensino superior.

Independente de cargo, podendo ser professores ou gestores, possuem uma tendência centralizadora com dificuldade em delegar, acreditam que devem fazer tudo e da melhor maneira, possuem pouco senso de direção e o pior, dificuldade para interpretar as demandas da empresa, das pessoas, dos processos e do mercado. De novo, o tom generalista se faz necessário para atrair o leitor para uma realidade que pode não ser a dele!

Em vários setores, parece que quando se fala em liderança, gestão, planejamento, marketing, administração de recursos, política de resultados etc., os profissionais sabem do que se trata, mas na hora de partir para a ação... ficam confusos, inseguros, sensíveis às críticas e reticentes com as sugestões.

E, nesse caso não dá para culpar a formação acadêmica apenas, pois é da atitude das pessoas que estamos falando. Atitude é uma competência, algo que se procura mesmo sem saber. E espera-se por ela, mesmo sabendo que ela pode não aparecer.

Sugestões? Parar e analisar a situação do momento! Entender quais são as reais necessidades de uma função para, a partir daí planejar uma ação, verificar quais ferramentas serão necessárias e com qual a empresa e a equipe mais se identifica na implementação de projetos do presente e do futuro.

Nessas condições, será mais simples interpretar e rever o que, onde e como uma empresa e as pessoas poderão obter mais e melhores resultados.

Um braço e vamos em frente!


quarta-feira, 6 de junho de 2012

O que o trabalho significa para o Jovem?



O trabalho é estruturante na vida social e na vida cultural de todas as pessoas, principalmente para o jovem. O jovem, quando entra na escola ou na faculdade, já está focado no seu futuro profissional. Muitas vezes o olhar para o mercado de trabalho acaba norteando sua vida.

O significado da dimensão do trabalho para o jovem é muito maior do que escolher um curso pura e simplesmente por vocação. Muitas vezes a escolha da profissão está ligada à questão do trabalho, ao mesmo tempo em que o trabalho está associado ao ambiente em que o jovem vive. Por exemplo, o jovem que vive na roça: é um ambiente que às vezes propicia culturalmente para que ele permaneça. Agora, para fazê-lo permanecer é necessário oferecer-lhe condições que o estimulem a estar ali. Nenhuma família, nenhuma comunidade quer desestruturar-se, perder seus elos. Para que esse processo diminua é preciso que as políticas públicas se voltem à geração de empregos, de qualificação, a partir da realidade das regiões.

A mídia brasileira trabalha pouquíssimo a questão da coletividade. Predomina a questão do indivíduo que potencializa o consumo. Muitas vezes isso induz o jovem a se autolapidar para um modelo de trabalho ou uma profissão, esquecendo suas raízes culturais. E isso pode levar à desestruturação da juventude. É um jovem que o modelo vai formando. Então, oportunizar o jovem para o trabalho, levando em conta o seu espaço cotidiano, cultural, seria uma maneira de compor uma sociedade mais estruturada, com laços mais fortes de família e de comunidade, de um jovem estimulado a buscar trabalho talvez com uma visão mais coletiva, mais social, em lugar de uma visão consumista e individualista.

A dimensão do trabalho para as escolhas futuras do jovem é intimamente relacionada ao cotidiano em que ele vive. Hoje vivemos um modelo fortemente ligado ao consumismo e ao individualismo, no qual o jovem pensa em ter, em consumir, e isso está relacionado à oportunidades de trabalho.

E nessa questão do sentido do trabalho na vida do jovem e oportunidades de trabalho para a juventude, não podemos excluir a função do Poder Público Municipal e Estadual, de promover políticas públicas que levem em conta as questões da juventude. Por exemplo, a criação de escolas técnicas descentralizadas das grandes cidades que preparem o jovem para a agricultura familiar, para a construção civil etc. Isso vai criando oportunidades e dando ao jovem condições de escolher o caminho e estruturando sua vida.

A Juventude brasileira precisa estar atenta e participar cada vez mais das decisões políticas. Agregar poder e valor ao seu potencial, rever conceitos e avaliar os agentes públicos que estão gerenciando e dando rumo às políticas pública que viabilize novas oportunidade de crescimento e autosustentabilidade.

alienado.net

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Dia Internacional do Meio Ambiente: Preservar a vida todos os dias



Olhando as notícias que aparecem nos variados meios de comunicação, temos a impressão de que a preocupação com a ecologia é algo antigo. Já estamos quase acostumados a ouvir falar de queimadas, derramamento de óleo, poluição de rios, extinção de espécies... Isso tudo ficou muito "natural" na contemporaneidade.

O meio ambiente, no entanto, é um tema relativamente novo nas discussões mundiais. Em 1866, o biólogo alemão Ernst Haeckel criou a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio onde vivem, chamando-a de “ecologia”. Porém somente na metade do século 20 as autoridades começaram a debater o assunto, que começou a ganhar força à medida que a humanidade foi percebendo o estrago que estava causando à sua própria casa.

Em 1972 aconteceu em Estocolmo, na Suécia, a primeira conferência internacional sobre meio ambiente promovida pelas Nações Unidas. Lá, entre muitos outros assuntos, decidiu-se estabelecer o 5 de junho como o Dia Mundial do Meio Ambiente. Em 27 de maio de 1981, por meio do decreto nº 86.028, o governo brasileiro determinou a criação da Semana Nacional do Meio Ambiente.

Nesta data, não é raro ouvirmos discursos inflamados de autoridades políticas e empresariais, prometendo uma postura séria em relação à preservação da vida. Apesar de torcermos para que tais palavras não sejam vazias, não podemos ficar parados. Pela educação de nossas crianças e jovens, podemos criar uma geração que primeiro faça algo pelo meio ambiente e deixe os discursos para depois.

Nesse processo de evolução das ideias e de comportamentos, surge a Declaração sobre o Ambiente Humano, que foi estabelecida na Conferência de Estocolmo em 1972, cujos princípios tinham o objetivo de servir de inspiração e orientação à humanidade para a preservação e melhoria do ambiente humano. Esta declaração foi seguida 20 anos depois pela Conferência do Rio de Janeiro, a Rio 92, e mais recentemente pela de Joanesburgo na África do Sul, a Rio +10.

Tudo isto mostra que ocorreu uma grande evolução da sociedade na forma de encarar os processos de desenvolvimento. Todavia, as mudanças nesta percepção ocorrem num ritmo mais lento do que seria o desejável para o não comprometimento dos nossos recursos naturais. Atualmente o chamado desenvolvimento sustentável é o único capaz de propiciar condições de preservar os recursos naturais e condições de vida saudável para as gerações futuras. Para que isto ocorra, a educação ambiental tem uma importância extraordinária, porque conscientiza e altera os padrões de comportamento do ser humano em relação à natureza.

Precisamos a todo instante colocar no ordem do dia os problemas relacionados ao meio ambiente. Já é notório que em muitos debates os problemas são apresentados, compartilhados e estudados, no entanto, em muitos casos, os interesses falam mais alto. As futuras gerações serão nossos filhos, netos, amigos e nossos vizinhos. Temos a responsabilidade de cuidar melhor do nosso meio ambiente e oferecer um mundo melhor.

Fonte: mec.gov.br