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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Ser o que devemos ser


Assim como a criança tende a imitar os pais, os povos subdesenvolvidos tendem a imitar os desenvolvidos, cada um deixando ser influenciado pelo domínio e cultura do outro. O modelo do colonizador vira padrão a ser adotado pelo colonizado. Quando os Beatles deixaram crescer os cabelos, milhares de jovens em todo o mundo perderam a vergonha de usar cabelos tão grande como o das mulheres.

Há pessoas e povos que não estão satisfeitos com sua maneira de viver. Gostariam de viver de outro modo, em outro lugar. Muitas vezes, com razão, pois são vítimas da miséria, do abandono, da exploração, do racismo ou da falta de trabalho digno. Porém, há casos de pessoas que não assumem o que são e ficam lamentando terem nascido aqui, ali e agora, ou quando tem a oportunidade de ajudar, se viram e vão embora. Nesses casos, também, há uma insatisfação com o contexto no qual se vive.

Qual a saída, mudar de contexto ou mudar o contexto?


Mudança de atitude, resultado diferente
Se há aprendizado, há mudança de comportamento. Quantas vezes insistimos em fazer as mesmas coisas e elas nos fazem mal, e outras vezes, não temos o resultado esperado. É a vida, caminho novo, uma nova atitude. É importante pensar na postura que satisfaz e agrada.

A qualquer momento é possível mudar, retomar a caminhada, a jornada de uma forma renovada. Repare o dia: Começa novo e completo, depois se desmancha em horas, envelhece e morre. E no dia seguinte é tudo novo de novo, para se recomeçar, fazer o que é bom o que vale a pena ser feito e vivido.

Um poeta brasileiro inspirado disse: “Não tenho um caminho novo, o que eu tenho de novo é o jeito de caminhar”. Sempre se pode caminhar de um novo modo. A nova proposta, um pensamento novo contribui na construção do bom viver de bem com a vida.

Bom final de semana pra todos!

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