segunda-feira, 6 de junho de 2011

Alcoolismo: o que é?

O alcoolismo é o conjunto de problemas relacionados ao consumo excessivo e prolongado do álcool; é entendido como o vício de ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas, e todas as consequências decorrentes.

O alcoolismo é, portanto, um conjunto de diagnósticos. Dentro do alcoolismo existe a dependência, a abstinência, o abuso (uso excessivo, porém não continuado), intoxicação por álcool (embriaguez). Síndromes amnéstica (perdas restritas de memória), demencial, alucinatória, delirante, de humor. Distúrbios de ansiedade, sexuais, do sono e distúrbios inespecíficos. Por fim o delirium tremens, que pode ser fatal.

Assim o alcoolismo é um termo genérico que indica algum problema, mas medicamente para maior precisão, é necessário apontar qual ou quais distúrbios estão presentes, pois geralmente há mais de um.

O alcoolismo destrói o homem


O alcoolismo e algo que a cada dia faz mais vitimas, segundo os dados do ministério da saúde de 10% a 15% da população mundial são dependentes do álcool. O maior problema do alcoolismo e que a pessoa não assume a sua dependência, muitas vezes o alcoólatra perde todo família, amigos, emprego ele chega ao fim do poço.

Nesse ponto a única coisa que  o faz feliz é a bebida, o álcool muitas vezes chega como uma brincadeira, beber socialmente e derrepente quando a pessoa se dá conta está sendo escravizado pela bebida.
Quando uma pessoa se torna dependente do álcool ela já não consegue ficar sem o álcool, pois não se sente bem, sem ele e os sintomas de sua dependência são físicos como: mãos trêmulas, um nervosismo excessivo e ansiedade. A pessoa não encara mais nada na vida sem o álcool.
O tratamento normalmente e realizado em cinco etapas
1. A abstinência: conseguir ficar sem ingerir a bebida;
2. O apoio: familiar e de amigos;
3. O laser: procurar uma distração, esporte, religião ou cultura;
4. O trabalho: funciona também como uma terapia ocupacional;
5. A saúde: cuidar da saúde, pois o alcoolismo e algo que prejudica pulmões, coração, fígado.
No tratamento o doente é quem deve dar o primeiro passo, a família deve apoiar e acompanhar o tratamento.
O alcoólatra deve todos os dias se cuidar para não dar o primeiro gole, ele deve entender que a abstinência e possível e que ele em primeiro lugar deve querer ficar sóbrio, e entender que a vida dele e importante. Um dos lugares para se tratar é o AA, alcoólicos anônimos, procure um e se trate.
COMO IDENTIFICAR O ALCOOLISMO

Embora seja pouco provável que beber moderadamente e ocasionalmente entre amigos venha a ser perigoso, o álcool é considerado uma droga, e seus efeitos nocivos tornam-se mais evidentes quando ele é ingerido de modo persistente ou em excesso.
Com o consumo excessivo, o álcool causa alucinações tão terríveis quanto aquelas originadas pelo LSD, pode causar ataques durante a abstinência e, como a heroína, induz ao coma e à morte.
Do ponto de vista médico, o álcool é um sedativo com efeitos tranquilizantes e hipnóticos; portanto, embora a pessoa que beba possa experimentar alguma exaltação a princípio, o álcool mais deprime que estimula o sistema nervoso central.
Por essa razão, pertence à categoria mais perigosa das drogas: aquela com maiores probabilidades de matar por meio de uma overdose (excesso).
O ALCOOL COMO DROGA: O QUE SENTE A PESSOA QUE BEBE

O leve consumo de álcool tende a libertar aquele que bebe de inibições, reduzindo a tensão e a ansiedade. A pessoa, portanto, pode sentir-se relaxada, confiante, eufórica ou inspirada.
Grandes quantidades induzem à excitação, agitação, porém, também a náuseas e vômitos.
O indivíduo que bebe pode sentir-se alerta, tanto mental quanto fisicamente, mas fica confuso, anda de maneira oscilante, torna-se inconveniente e tem dificuldade em falar com clareza.
O QUE OS OUTROS VEEM
O álcool reduz as restrições e a responsabilidade da pessoa. Esses efeitos, no entanto, são, com freqüência, muito mais evidentes para os outros que para aquele que bebe.
Ao beber, a pessoa pode tornar-se impulsiva e fala em excesso, comportando-se de maneira inoportuna, ofensiva ou, às vezes, violenta. Além disso, a capacidade de discernimento e a concentração são progressivamente afetadas, na medida em que o consumo de bebida alcoólica aumenta.
O indivíduo que bebe pode andar cambaleando e ter alguma dificuldade para articular as palavras. Este estado geral alterado pode aumentar os riscos de acidentes.

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